VOU ONDE POUCOS QUEREM IR, DIZ ALOÍZIO PEDERSEN, O MAGO DAS ARTES,SEGUNDO BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS

Consagrado por Boaventura de Sousa Santos, como Mago das Artes, após sua apresentação no Congresso Internacional de Direitos Humanos, em Lisboa, em janeiro de 2019, Aloizio Pedersen é artista plástico, arte educador e arte terapeuta, mas também é ator e diretor de teatro, graduado em Comunicação Social e Educação. Na ocasião, convidado a multiplicar sua atuação por seis universidades daquele país, em função da sua atuação como “artivista”, ou seja, aquele que pela arte reverbera a importância da promoção dos direitos fundamentais aos mais vulneráveis. A partir das 20 horas desta sexta-feira (14/8), Aloizio Pedersen promove uma live no seu facebook e no instagram, com direito a sorteio de uma das suas obras "Quando a primavera chegar" (tela em tinta acrílica, 90 cm x 60cm). Mais de 3 mil pessoas já demonstraram interesse pelo evento.

A iniciativa é uma homenagem de Aloízio a Pollock (1912-1956), artista americano que utilizava "dripping" técnica que o consagrou e revolucionou a arte do século XX, ao mesmo tempo que equilibrou seu psiquismo, depois de ter passado por uma internação de quatro meses em hospital psiquiátrico. No dia 11 de agosto, a morte do artista americano completou 64 anos e para registrar a data, Aloizio Pedersen lança uma obra em sua homenagem, onde coloca seus corvos, aves que voltaram a ocupar seu tema pictórico, antes em cenários áridos, agora no universo do "dripping" que consiste em jogar tinta na superfície de uma tela colocada no chão, usando o pincel como bastão, num gestual evocado pela emoção da cor, numa pintura automática, que denominou de "dripping" (gotejamento), uma outra fase de sua action painting.


O resultado deste trabalho foi estampado na capa da revista Life/1949: "Jackson Pollock é o maior pintor vivo dos Estados Unidos", onde o próprio artista reconhece que sua pintura é o resultado de uma busca interior. Sua brilhante trajetória foi interrompida por sua morte, aos quarenta e quatro anos, em um acidente automobilístico, mas até hoje seu riquíssimo legado artístico problematiza, de forma singular, a reflexão sobre a arte no mundo.


SORTEIO Sorteio da obra "Quando a primavera chegar" de @aloiziopedersen.


REGRAS

1. Seguir o instagram @aloiziopedersen .

2. Curtir esta postagem no instagram @aloiziopedersen .

3. Marcar 2 amigos nos comentários.A @beesprod vai me acompanhar nesta live dando suporte, realizando o sorteio e trocando ideias do mundo da arte do ambiente físico para o digital.


"VOU ONDE POUCOS QUEREM IR"

Aloizio Pedersen ministra oficinas de pintura, como inclusão social, no Instituto Psiquiátrico Forense (Susepe/Vepma) e com egressos do Sistema Prisional, no Programa de Limitação de Fim de Semana (Susepe/Vepma), onde utiliza a arte como processo de autodescoberta, transpondo-a para o contexto da arteterapia, idêntico ao encontrado por Poll ock (1912-1956)  para se recuperar de sua depressão, agravada com o consumo de  álcool. Em janeiro de 2019, Aloízio foi convidado para participar do Congresso Internacional de Direitos Humanos, em Lisboa, e também para multiplicar sua atuação por seis universidades de Portugal. Antes, em 1997, foi selecionado para a Exposição Internacional Grand Marché D'Art Contemporain/ Paris/ Berlim, expondo e pintando ao vivo. Dos salões se destacam Brasilian Art Expo Canadá/1998 e XV Salão da Chico Lisboa/1992. Aloizio Pedersen é verbete de diferentes dicionários artísticos, entre eles Dicionário de Artes Plásticas no RGS. Renato Rosa & Decio Presses. Ed. da Universidade/ Porto Alegre, 1997;  Dicionário Artes Plásticas Brasi l de Júlio Louzada/São Paulo.

ARTINCLUSÃO O Projeto Artinclusão é uma iniciativa já creditada por dois prêmios em Direitos Humanos e parte de uma vivência no ensino das artes e seu uso terapêutica que ultrapassa 40 anos de ações em escolas, presídios, hospitais, faculdades e congressos. A atividade também já foi desenvolvida Casa de Acolhimento AR7, vinculada à Fundação de Assistência Social e Cidadania (FASC), com execução por Pedersen e coordenação executiva da advogada e ativista dos Direitos Humanos Carmela Grüne, como foco no aumento da autoestima e social, mas também como profissionalização e inclusão pela geração de renda. O trabalho foi realizado em conjunto com a psicoterapeuta da Infância e Adolescência, Marília S. Krüger. O projeto Artinclusão também está registrado em artigo publicado na obra Justiça Juvenil na Contemporaneidade II, organizado por Ana Paula Motta Costa, Editora da Universidade, 2018. E seu método descrito na obra Sujeitos e Instituições: Modos de Cuidar e Tratar, organizado pela Coordenação Social da SJDH, 2002. Outras informações com o artista pelo cel/whats: (51) 99986.6250

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