RS PERMANECE COM BANDEIRA PRETA ATÉ O DIA 21 E VENDA DE ITENS NÃO ESSENCIAIS É PROIBIDA NOS MERCADOS


O Rio Grande do Sul permanecerá com bandeira preta até o o dia 21 de março em todas as suas regiões e seguirá com atividades suspensas, das 20h às 5h, até o dia 31 de março. As informações foram anunciadas pelo governador Eduardo Leite, nesta sexta-feira (5/3). O governo também ajustou os protocolos sanitários, proibindo o acesso ao mar e as práticas de esportes aquático no litoral gaúcho.


A partir de segunda-feira (8/3), também será proibida a comercialização de itens não essenciais em supermercados, que poderão restringir o acesso, tapar ou retirar os produtos. "A gente espera não apenas uma questão concorrencial, de equilíbrio de competição, em que algumas lojas de supermercados podem abrir e outras não, mas reduzir a circulação. Os supermercados estão abertos pela alimentação, pela higiene. Os produtos não essenciais não devem estar sendo comercializados", explicou Eduardo Leite.


O governador também confirmou que já formalizou a intenção de adquirir vacinas a três empresas: Jansen, Pfizer e União Química (Sputnik V). No entanto, destacou que as próprias fabricantes priorizam a contratação com governos federais. O governo lançará nos próximos dias um portal para denúncias relacionadas ao descumprimento às medidas sanitárias. Além disso, a equipe de comunicação do estado pretende dar suporte aos municípios na elaboração de informativos de segurança.

Na quarta-feira (3/3), o governador postou a uma e a seguinte mensagem: "Recebemos hoje mais 174,8 mil vacinas contra a #Covid19. A distribuição dessas doses de CoronaVac será feita nos próximos dias a todas as regiões e serão destinadas à 2ª dose de quem já recebeu a 1ª. Com isso, o RS soma 1,1 milhão de vacinas".


A Secretaria Estadual da Saúde (SES) também retoma o projeto "Chamar192", que busca levar o serviço telefônico de urgência e emergência a todas as 497 cidades do estado. Segundo a SES, 226 municípios de porte menor não têm esta cobertura. Para incentivar o serviço, o governo pretende pagar R$ 15 mil por adesão e R$ 30 mil de custeio para cada município que aderirem ao projeto com a contratação de pelo menos um motorista e um técnico de enfermagem ou socorrista. Conforme a SES, 50 prefeituras já aderiram.