PROTESTOS TOMAM CONTA DOS EUA E MANIFESTANTES INVADEM A CASA BRANCA, APÓS AMEAÇAS DE DONALD TRUMP


A situação nos EUA se agrava a cada dia em função dos protestos pelo assassinato de George Floyd, no dia 25 de maio, depois de ser asfixiado por 8 minutos e 46 segundos pelo policial branco Derek Chauvin, em Minneapolis, no estado de Minnesota. No sexto dia de manifestações foram registrados distúrbios em mais de 50 cidades e até a Casa Branca teve os jardins invadidos. Pela primeira vez na história do país, as luzes da sede do governo e residência oficial de Donald Trump foram apagadas, por medida de segurança.


Apesar do toque de recolher e da repressão policial, os quebra-quebras, saques e incêndios continuaram em diversas cidades norte-americanas. Em Minneapolis, onde iniciou a onda de protestos, um motorista avançou o caminhão sobre grupo de manifestantes. Ninguém foi atingido, mas o motorista foi barrado e agredido pelos manifestantes. Ele foi encaminhado ao hospital, com ferimentos leves. No total, foram registradas cinco mortes desde o início dos protestos e mais de 300 pessoas foram presas em todo país. Em diversas cidades dos Estados Unidos, policiais se recusaram a repreender os manifestantes.

A polícia do condado de Camden, em New Jersey, compartilhou uma foto do delegado Joseph Wysocki, durante protesto pela morte de George Floyd. O governador do estado, Phil Murphy, elogiou o ato. "Ontem em Nova Jersey, os manifestantes marcharam lado a lado com oficiais da lei, em uma manifestação pacífica contra o racismo estrutural e a violência policial. Nós podemos – precisamos – marchar juntos em direção à justiça", disse.

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