IMPÉRIO DA MORTE DE BOLSONARO DESABA FRENTE À PANDEMIA E SUA TIRANIA GENOCIDA SERÁ CRIMINALIZADA



O governo do presidente Jair Bolsonaro vem perdendo o apoio da opinião pública, de grande parte da chamada grande imprensa, de grupos de empresários e de parcela significativa do seu eleitorado, declaradamente arrependido e frustrado. A pandemia do coronavírus gerou uma série de fatos, tanto do ponto de vista da saúde pública quanto em relação ao cenário político do Brasil.


Durante o mês de abril, Bolsonaro já começava a demonstrar seu ímpeto tirano, por meio de atitudes irresponsáveis, menosprezando a letalidade do vírus e desrespeitando as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Além de confrontar a ciência, mesmo diante do posicionamento de organizações internacionalmente reconhecidas e do crescente número de mortes e de contaminandos no Brasil e no mundo, o presidente passou a defender a suspensão imediata do isolamento social.


Sem nenhum constrangimento, Bolsonaro deu início a uma verdadeira ofensiva genocida, ao participar de uma série de manifestações país afora. Sem usar máscaras, o presidente fazia aparições públicas, com o nítido objetivo de provocar os seus adversários. E assim, a cada dia, a tirania colocava em risco a vida de pessoas, por estarem próximas ao presidente ou por serem influenciadas por ele e não acreditarem nas consequências da propagação do coronavírus pelo país.


Bolsonaro bem que tentou usar a bandeira de "o Brasil não pode parar", como forma de conquistar os brasileiros. Mas ficou evidente que o apelo do presidente era mera chantagem ou uma forma grotesca de conquistar apoio e buscar cumplicidade com suas atitudes criminosas.


Com o passar do tempo, o Bolsonaro se deparou com alguns obstáculos, como a posição do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e do seu sucessor Nelson Teich, que deixaram seus cargos por defenderem o isolamento social e por não compactuarem com o uso indiscriminado do medicamento cloraquina. Concomitantemente, Jair Bolsonaro passou a atacar a imprensa e a ofender jornalistas.


Enquanto isso, nos bastidores do submundo, a teoria do caos passou a ameaçar de vez a milícia e suas ardilosas conexões. A saída de Sergio Moro do governo foi uma verdadeira bomba e o seu impacto só pode ser medido ao analisarmos o conjunto dos fatos. Porém, é inegável que o império da morte sentiu o golpe e começou a ruir, expondo as entranhas da disputa pelos espaços junto à Polícia Federal.


Acuado em seu castelo de maldades, o rei passou a ser protegido pelos coturnos que assombraram o Brasil durante os anos de chumbo. O passado que envergonhou o país por duas décadas veio à tona em tom de ameaças. Enquanto isso, a coroa do rei se mostra tão démodé quanto os zumbis seguidores do tirano. A dignidade das instituições que garantem a segurança e a justiça do país está em jogo e foram atingidas. Por isso, as investigações que atingiram o escritório do crime e as ligações perversas do rei, dos príncipes e dos seus súditos estão avançando gradativamente.


Mais cedo ou mais tarde, o genocida terá de acertar suas contas, seja com a Justiça ou com os 70% dos brasileiros.


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