A RADIOGRAFIA DA PANDEMIA DE COVID-19 NO MUNDO: MAIS DE 600 MIL MORTES E 14,5 MILHÕES DE INFECTADOS


De acordo com o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), no mundo inteiro, 607.781 pessoas já perderam a vida devido ao novo coronavírus. Os EUA lideram o número de mortes, com mais de 141 mil vítimas. Em segundo lugar está o Brasil, com 80,1 mil; seguido pelo Reino Unido (45,5 mil), México (39,4 mil), Itália (35 mil), França (30,1 mil) e Espanha (28,4 mil). Os Estados Unidos também são o país com mais pessoas contaminadas, com mais de 3,8 milhão de infecções. O Brasil é o segundo país com maior número de infectados (2,1 milhões), seguido pela Índia (1,1 milhão), Rússia (782 mil), África do Sul (373 mil), Peru (353 mil), México (349 mil), Chile (334 mil), Reino Unido (295 mil) e Irã (278 mil).

VACINAS

O mais recente balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que 166 vacinas estão em desenvolvimento contra a Covid-19 em todo o mundo. Até terça-feira (21) ao menos 24 delas foram registradas em fase clínica, que é a etapa de teste em humanos. Segundo a agência de saúde da ONU, de todas as vacinas em desenvolvimento, cinco já estão em sua terceira e última fase de estudo. É somente depois desta prova, em um número maior de participantes, que uma vacina pode ou não ser licenciada e liberada para a comercialização, veja quais são:

  • Sinovac (China)

  • Instituto Biológico de Wuhan/Sinopharm (China)

  • Instituto Biológico de Pequim/Sinopharm (China)

  • Oxford/AstraZeneca (Reino unido)

  • Moderna/NIAID (EUA) – ainda não começou a recrutar voluntários

É somente na fase 3, com um número maior de participantes, que a eficácia da vacina é comprovada. Um grupo de milhares de voluntários é avaliado antes de se considerar a comercialização em larga escala. A vacina de Oxford já está na sua terceira fase – e final – de testes em humanos. Além dessa, apenas outra concorrente chinesa já chegou tão longe nas pesquisas e ambas são testadas no Brasil. A China tem ao menos oito vacinas em desenvolvimento, três delas na última fase. Para se produzir uma vacina, leva tempo. A mais rápida desenvolvida até o momento foi a vacina contra a caxumba, que precisou de cerca de quatro anos até ser licenciada e distribuída para a população.