ASSASSINATO DE MARIELLE FRANCO ESTÁ LIGADO AOS INTERESSES POLÍTICOS DAS MILÍCIAS CARIOCAS


As investigações para descobrir os responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do seu motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018, por volta das 21h30min, na Rua Joaquim Palhares, no Estácio, no Rio de Janeiro, levam a rastros dos supostos responsáveis e executores do crime. Entre os apontados como possíveis suspeitos do assassinato da vereadora aparece, por exemplo, o ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) Adriano Magalhães da Nóbrega, de 42 anos. Sabe-se que a mãe e a mulher do temido e suposto assassino de Marielle figuravam até alguns meses atrás como assessoras do deputado Flávio, enquanto seu outro assessor e motorista, o ex-policial militar Fabrício Queiroz, é amigo de longa data de Magalhães, também chefe do temido Escritório do Crime, que reúne matadores especiais que agem a soldo e em seu nome.

O senador eleito pelo estado do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente da República, Jair Bolsonaro, vem sendo investigado por suspeita no envolvido, quando era deputado estadual do Rio de Janeiro, em maracutaias de corrupção e obscuras amizades com milícias criminosas através de seu assessor e motorista oficial, o ex-policial militar Fabrício Queiroz, amigo de sua família desde 1980, em cuja conta bancária foram registrados movimentos milionários muito acima de suas possibilidades financeiras.


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