PETRÓLEO SALTA 18% APÓS BOMBARDEIO COM DRONES NA ARÁBIA SAUDITA


O barril de petróleo Brent estava sendo negociado a US$ 70,98 nos mercados futuros de petróleo neste domingo (15/9), o que representa um aumento de 18% em relação ao fechamento de sexta-feira, quando o barril fechou em US$ 60,15. O aumento é uma consequência do bombardeio com drones nas reservar da Arábia Saudita. Esta é a maior produtora de petróleo do mundo e em função dos ataques teve sua produção reduzida à metade. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que liberou as reservas estratégicas para tentar manter o preço, mas o efeito aparentemente foi nulo. "Com base no ataque à Arábia Saudita, que pode ter um impacto nos preços do petróleo, autorizei a liberação de petróleo da Reserva Estratégica de Petróleo, se necessário, em um valor a ser determinado", disse.

De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, os preços do petróleo nos EUA eram negociados em uma faixa entre US$ 50 e US$ 60 por barril nos últimos seis meses. O petróleo Brent, a referência do mercado global, tem sido negociado um pouco acima desses valores. Analistas afirmam que os preços do petróleo podem subir nos próximos dias, como resultado do ataque à empresa de petróleo estatal saudita, Saudi Aramco, que é o segundo maior produtor de petróleo do mundo, com 9,85 milhões de barris por dia em agosto. "Os sauditas estão se esforçando para fazer reparos e manter o óleo fluindo", disse John Kilduff, da Again Capital. "A resposta determinará quão altos os preços chegarão e por quanto tempo."

Leia matéria do Estado de S. Paulo


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Jornalista Responsável - Alexandre Costa (mtb -7587)