JORNALISTAS LIVRES COMPLETAM UM ANO DE LUTA PELA DEMOCRACIA E PELOS DIREITOS HUMANOS


Hoje, dia 12 de março de 2016, os JORNALISTAS LIVRES completam um ano de atividades. O movimento articulou a criação de uma rede de jornalismo independente em defesa da Democracia e dos Direitos Humanos, com objetivo de cobrir as manifestações do dia 13 de março de 2015. Porém, o lançamento oficial ocorreu em maio (25/5/2015), em São Paulo.

A iniciativa dos jornalistas de São Paulo inspirou profissionais de todo o país e vem recebendo adesão e se espalhando pelo Brasil, conquistando espaço junto aos movimentos populares, nas redes sociais e movimentos populares.Em uma entrevista para www.redebrasilatual.com.br, a jornalista Laura Capriglione contou como surgiu o coletivo, em março, durante as coberturas das manifestações da CUT e movimentos sociais, nos dias 13 e posteriormente no dia 15. "A gente sabia que a mídia tradicional faria tudo para 'invisibilizar' a passeata da esquerda e dos movimentos sociais; e, por outro lado, faria de tudo para 'glamurizar' o ato do impeachment, do golpe, da intervenção militar, como de fato ocorreu", explicou.

Logo que surgiu, nas primeiras reuniões, o movimento contou com a presença de cerca de 80 pessoas de diversos coletivos de mídia, artistas, jornalistas independentes, repórteres, editores, fotógrafos e cinegrafistas. "Estávamos empenhados em praticar um jornalismo capaz de enfrentar a escalada da narrativa de ódio e o permanente desrespeito aos direitos humanos e sociais no Brasil", disse.

leia a mensagem dos JORNALISTAS LIVRES postada no facebook

Camaradas, Companheiros, Amigos, Parceiros!

Nós, os Jornalistas Livres, estamos completando um ano hoje. Constituímo-nos há exatos 12 meses, quando o Brasil vivia um risco terrível de retrocesso, a direita armando-se para realizar um ato público contra a presidente legitimamente eleita. Neste período, consolidamo-nos como um megafone importante a dar voz para quem é sempre emudecido pela mídia tradicional, a TV Globo principalmente. O povo pobre, os negros, os índios, a periferia, os trabalhadores sem-teto, sem-terra, os humildes, os humilhados, os estudantes, gays, lésbicas, transexuais, todos esses queridos amigos e parceiros de vida tiveram nos Jornalistas Livres um aliado presente. A luta pela Democracia, pelos Direitos Humanos, pelas Conquistas Sociais, todos puderam ver por aqui (https://www.facebook.com/jornalistaslivres/?fref=ts).

Um ano depois, a batalha está mais dura. E exige mais de nós. Amanhã, em todo o Brasil, o golpe jurídico-midiático tentará se impor nas ruas.

Estaremos novamente e ao vivo, disputando a narrativa. Como jornalistas, focalizaremos nossas câmeras e gravadores, para mostrar ao povo pobre e oprimido o que pensam, o que querem, quem são os que pregam a derrubada de Dilma Rousseff, a prisão de Lula, a destruição do PT e das conquistas sociais. Nosso dever é revelar o que é que se está armando para o Brasil, este país que acalentou nos últimos 13 anos o sonho de uma sociedade enfim inclusiva e livre da miséria.

Se a Globo cobre o ato de cima dos prédios, a partir de helicópteros, para não ter de mostrar os torturadores e fascistas — com suas falas repugnantes—sendo aclamados pelos manifestantes vestidos com o manto corrupto da CBF, nós vamos andando, conversando, entrevistando. Realizando o trabalho honesto dos repórteres que sabem a responsabilidade de fazer um registro digno para a História!

Convidamos todos a colaborar nesta cobertura, enviando fotos, entrevistas, vídeos e textos para o email jornalistaslivres@gmail.com.

Juntos, compartilhando-nos uns aos outros na Rede, faremos a melhor e mais independente cobertura. É preciso demonstrar a verdadeira vocação antidemocrática dos atos patrocinados pela mídia mentirosa, Globo, Folha e Veja. ‪#‎NaoVaiTerGolpe‬


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