MERCEDES SOSA, UMA DAS REFERÊNCIAS DA MÚSICA LATINO-AMERICANA,COMPLETARIA 85 ANOS NO DIA 9 DE JULHO


A quinta-feira, dia 9 de julho, foi uma data importante para a Argentina, não apenas porque é comemorada a independência do país, mas também porque em 2020 Mercedes Sosa completaria 85 anos de vida. "La Negra Sosa", como era carinhosamente chamada, é uma das referências incontestáveis da cultura popular no país e também na América Latina. Mercedes nasceu em Tucumán em 9 de julho de 1935, em uma família humilde. Mercedes Sosa morreu aos 74 anos de idade, em 4 de outubro de 2009, em Buenos Aires, em função de problemas renais e complicações hepáticas e pulmonares. Em 2021, a sua vida será apresentada em "Mercedes Sosa – A Série", em 13 capítulos.


Ela tinha catorze anos quando, sob o nome de Gladys Osorio, para que seus pais não a descobrissem, ela ganhou um concurso de canto. A partir daí, desobediência e canto foram sua marca. No agitado clima cultural que marcou a passagem entre as décadas de 1950 e 1960, ela gravou suas primeiras apresentações. Essa música seria declarada no Manifesto do Novo Livro de Músicas. Em janeiro de 1965, o grande público do folclore a descobriu através do Festival Cosquín. Para a Mercedes, ao longo dos anos, Cosquín representaria o lugar para o qual ela sempre quis voltar.

A notoriedade de Mercedes dentro e fora da Argentina a levou a gravar ao lado de Caetano Veloso, Sting e Pavarotti. Em 1975, a ditadura começou a persegui-la.

Mercedes e outros artistas foram comprometidos. Ameaças anônimas e dificuldades no trabalho tornaram a vida mais difícil e insegura. Em 1979, ela foi forçada a deixar seu país. Alguns anos depois, ele retornaria, mas nunca conseguiu se recuperar totalmente da depressão que experimentou naqueles anos fora da Argentina. No entanto, ela se reinventou e estava novamente na vanguarda. Mercedes foi encorajada pelo que poucos pensavam possível: unir os gêneros musicais, maltratá-los. Foi assim que ele gravou com Charly García, Spinetta, Fito Paez, Gustavo Cerati e até Shakira ou René Calle 13.


Mercedes tinha 14 anos quando, sob o nome de Gladys Osorio, para que seus pais não a descobrissem, ela ganhou um concurso de canto. A partir daí, desobediência e canto foram sua marca. No agitado clima cultural que marcou a passagem entre as décadas de 1950 e 1960, ela gravou suas primeiras apresentações. A notoriedade de Mercedes dentro e fora da Argentina a levou a gravar ao lado de Caetano Veloso, Sting e Pavarotti.

Em 1975, a ditadura começou a persegui-la. Ela e outros artistas foram comprometidos. Ameaças anônimas e dificuldades no trabalho tornaram a vida mais difícil e insegura. Mercedes Sosa, conhecida popularmente como La Negra, nasceu na pobreza, sofreu perseguição política e até uma depressão que quase a levou à morte. Mas ela conseguiu se transformar em uma das artistas mais reconhecidas do continente, conquistando a admiração de figuras como Pavarotti, Sting e Caetano Veloso.Em 1979, ela foi forçada a deixar seu país. Alguns anos depois, ele retornaria, mas nunca conseguiu se recuperar totalmente da depressão que experimentou naqueles anos fora da Argentina.


No entanto, ela se reinventou e estava novamente na vanguarda. Mercedes foi encorajada pelo que poucos pensavam possível: unir os gêneros musicais, maltratá-los. Foi assim que ele gravou com Charly García, Spinetta, Fito Paez, Gustavo Cerati e até Shakira ou René Calle 13.


MERCEDES EM MINISSÉRIE

A vida da cantora argentina Mercedes Sosa, cuja voz potente comoveu gerações de fãs da América Latina, chegará à televisão em 2021 em uma minissérie de 13 episódios que percorrerá sua história de superação pessoal e de sucesso. A produtora audiovisual argentina Cinema 7 Films iniciou o desenvolvimento de "Mercedes Sosa – A Série", que conta com o apoio da família e da fundação que leva o nome da artista que morreu em 2009. "Enche-nos de orgulho e alegria poder levar à tela a vida de nossa avó Mercedes, uma mulher que superou todo tipo de dificuldades, convertendo-se em um símbolo de luta e em uma das vozes mais importantes de toda a América Latina", disseram Araceli e Agustín Matus, netos da cantora, em um comunicado da produtora, cuja série estreará em 2021.

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