CUBA DESMENTE A NOTÍCIA DA LIBERTAÇÃO DE MÉDICOS CUBANOS SEQUESTRADOS NO QUÊNIA EM ABRIL DE 2019


O diretor de Imprensa, Comunicação e Imagem do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, Juan Antonio Fernández, desmentiu as notícias sobre a libertação de dois médicos cubanos sequestrados no dia 12 de abril de 2019, na cidade de Mandera, no Quênia. A informação da libertação dos cubanos foi anunciada por diversas agências de notícias, a partir de uma fonte policial do país africano que não quis se identificar. Na madrugada desta quarta-feira (7/10), Juan Antonio Fernández se manifestou via twitter: "Desminto as informações que circularam na madrugada de hoje (quarta-feira) sobre a suposta libertação dos dois médicos cubanos sequestrados, Assel Herrera Correa e Landy Rodríguez Hernández".

O cirurgião Landy Rodríguez e o médico generalista Assel Herrera, que trabalhavam no hospital de Mandera, foram sequestrados por supostos integrantes dos 'shabaab', radicais islâmicos, quando iam ao trabalho escoltados por dois policiais, um dos quais morreu. Na época, diversos veículos de imprensa informaram que os sequestradores exigiam US$ 1,5 milhão pelo resgate dos médicos cubanos. Na época, o governo do Quênia se manifestou contra qualquer pagamento, para evitar a prática de novos sequestros.

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